Diretoria da AMAPAR prestigia a posse da nova cúpula diretiva do TRE-PR
Rômulo Cardoso Segunda, 09 Fevereiro 2026
A diretoria da AMAPAR participou na sexta-feira (6) da cerimônia de posse da nova cúpula diretiva do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Foram empossados, para o cargo de presidente, o desembargador Luciano Carrasco Falavinha de Souza, e, como vice-presidente e corregedor regional eleitoral, o desembargador Fernando Antonio Prazeres.
Novo presidente do TRE-PR, o desembargador Luciano Carrasco Falavinha de Souza discursou na posse e lembrou suas passagens anteriores pela Justiça Eleitoral, como juiz auxiliar nas eleições de 2010, juiz de direito, entre 2011 e 2013, e como membro substituto da Corte entre 2023 e 2025. “Devo dizer que assumo este posto no Tribunal Regional Eleitoral com o compromisso de participar ativamente de sua história, no contínuo esforço na busca incessante pela melhora da jurisdição e gestão administrativa deste nobre Tribunal”, pontuou.
O magistrado também destacou que juízes e juízas eleitorais terão especial atenção durante a sua gestão. “Já informei a Associação dos Magistrados do Paraná da minha diretriz de ouvi-la em assuntos que afetem a atividade funcional dos juízes. O diálogo real e concreto é imprescindível. Sou um juiz e é preciso ter a humildade de reconhecer que, às vezes, o problema está invisível à primeira vista, e somente o juiz, aquele que está no fronte, na trincheira, tem a capacidade de enxergar o percalço”, afirmou.
O vice-presidente e corregedor eleito, desembargador Fernando Antonio Prazeres, ressaltou que o TRE-PR é reconhecido pela excelência e pelo compromisso e profissionalismo de seus servidores. “Estamos confiantes porque recebemos uma instituição bem conduzida, fruto da excelente administração que hoje se encerra”, declarou.
O presidente da AMAPAR, Marcel Ferreira dos Santos, também discursou na solenidade e destacou o papel da Justiça Eleitoral na sociedade, como “um dos pilares que sustentam o estado democrático de direito, a cidadania e os direitos fundamentais”, enfatizou.
“A Justiça Eleitoral brasileira é motivo de orgulho para todos nós. Sua capilaridade e funcionalidade são dignas de elogio. Ela tem ocupado espaço de maior notoriedade no senso comum, o que se deve, em grande medida, à melhor comunicação das ações do Poder Judiciário em importantes momentos de instabilidade institucional”, completou o dirigente da AMAPAR.



