Diretoria reúne em Curitiba representantes das coordenadorias para debater as principais frentes de atuação da AMAPAR
Rômulo Cardoso Segunda, 27 Julho 2026
As principais demandas da magistratura paranaense mereceram grande atenção na quinta-feira com mais um encontro de coordenadorias da AMAPAR. Realizado na sede administrativa da entidade, em Curitiba, o evento possibilitou abordar temas que serão objeto de requerimentos direcionados ao TJPR e que estão voltados à valorização da magistratura, prerrogativas e estrutura de trabalho.
O tema da saúde mental, ou melhor, saúde integral, conforme promovido, também mereceu grande atenção e engajamento por parte de associados e associadas. O planejamento financeiro também mereceu a atenção e contou com a participação de especialistas no assunto.
Ao conduzir o encontro, o presidente da AMAPAR, Marcel Ferreira dos Santos, evidenciou o compromisso de todos os presentes e atuação voltada a colher as sugestões da magistratura paranaense nas mais diversas comarcas do estado. “O encontro de coordenadorias é a melhor oportunidade para para pluralizar o debate e replicar as ações com base nas sugestões apresentadas pelos colegas”, explicou o magistrado.
O cenário de Brasília, a decisão do STF e a política remuneratória, além de outras demandas, também nortearam os debates. “A presidência e a diretoria da AMAPAR não conseguem estar em todos os lugares ao mesmo tempo. São as coordenadorias que levam a voz da AMAPAR e captam as demandas de associados e associadas”, enfatizou o presidente Marcel Ferreira dos Santos, ao lembrar da necessidade de valorizar a sensação de pertencimento e a importância do associativismo.
Na parte da tarde, o encontro teve a participação do desembargador do TJPR, Eduardo Sarrão, coordenador da implantação eproc no TJPR. Além de sanar dúvidas sobre o sistema de processo eletrônico e o cronograma das atividades relacionadas, o magistrado fez elogios à AMAPAR e ao comprometimento da magistratura paranaense. “Eu vejo aqui o sentimento de pertencimento na magistratura, da importância do movimento associativo”, ressaltou.
Destaque, ainda, para a participação do desembargador Noeval de Quadros, que trouxe experiência ao encontro, com apontamentos e sugestões para requerimentos voltados aos aposentados e aposentadas.




