Com a participação da AMAPAR e da AMB, nove juízes e juízas tomam posse no TJPR

Rômulo Cardoso Terça, 14 Outubro 2025

Com a participação da AMAPAR e da AMB, nove juízes e juízas tomam posse no TJPR

As diretorias da AMAPAR e da AMB prestigiaram na sexta-feira (10), no TJPR, a posse de nove juízas e juízes substitutos.

Os novos ocupantes do cargo da magistratura estadual são: Karen Bruna Gonçalves da Silva, Alysson Oliveira Vilela, Alexandre Augusto Noronha Dias da Cruz, Polyanna Tamaio Zanineli, Bruno Arthur de Mattos, Fernando Jose Gaspar, Wesllen Rennan Nogueira de Alencar, Carlos Rodrigo Orlando Villalba e Janderson Henrique Farias Rizatti.

 

Além de fazer a entrega das togas aos familiares, o presidente da AMAPAR, Marcel Ferreira dos Santos, falou que o ato representa renovação e o início da tarefa de assumir um compromisso com a sociedade. Ao parabenizar os novos colegas, o magistrado também lembrou que o último concurso teve mais de 8 mil inscritos. “A partir de agora, vocês passam a exercer uma das tarefas mais difíceis da humanidade. Julgar seus semelhantes. Não é missão para muitos. Poucos são os que alcançam esse patamar de confiança social”, pontuou.

 

Presente ao ato, o presidente da AMB, Frederico Mendes Júnior, afirmou que os empossados são a continuidade de muitas gerações de magistrados que construíram o Judiciário que existe hoje e que construíram a República. “Sejam muito bem-vindos e saibam da importância desta solenidade”, disse.

 

Coube à presidente do TJPR, desembargadora Lídia Maejima, dar as boas-vindas aos empossados e às empossadas. “O caminho não será fácil, mas será certamente gratificante para aqueles que, como os senhores e senhoras, escolheram dedicar suas vidas à nobre missão de fazer justiça”, afirmou. O ato também contou com a participação, em mensagem de vídeo, do presidente do STJ, ministro Antonio Herman Benjamin, que evidenciou as qualidades da magistratura brasileira.

 

A presidente da Comissão de Concurso, desembargadora Ângela Khury, também falou na solenidade e apontou que “a cada dia, em cada decisão, audiência, processo, melhoramos a compreensão da dimensão do nosso trabalho, da noção que temos de nós mesmos e refinamos o nosso senso de justiça e a percepção sobre as pessoas, a vida e os valores que a envolvem”.

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